[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"Article","@id":"https:\/\/www.starknachricht.de\/os-livros-e-a-escola\/#Article","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.starknachricht.de\/os-livros-e-a-escola\/","headline":"Os livros e a escola","name":"Os livros e a escola","description":"Tenho de admitir que tamb\u00e9m costumava copiar. O meu namorado e eu est\u00e1vamos a falar sobre isso uma vez e ele confessou a mesma coisa. Dizia que ningu\u00e9m o obrigava a ler porcarias do estilo Chuk e Geg. Descobri que, na verdade, ele era um b\u00e1rbaro cultural, porque nem sequer tinha lido &#8220;A Hist\u00f3ria de um Homem Real&#8221; ou qualquer outra obra-prima de autores sovi\u00e9ticos. N\u00e3o conseguiu ler o livro &#8220;Av\u00f3&#8221;, de Bozena Nemcova, e limitou-se a copiar o conte\u00fado. No entanto, estava sempre deitado em livros, s\u00f3 que eram livros de aventuras. Cheios de a\u00e7\u00e3o e suspense. 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O meu namorado e eu est\u00e1vamos a falar sobre isso uma vez e ele confessou a mesma coisa. Dizia que ningu\u00e9m o obrigava a ler porcarias do estilo Chuk e Geg. Descobri que, na verdade, ele era um b\u00e1rbaro cultural, porque nem sequer tinha lido &#8220;A Hist\u00f3ria de um Homem Real&#8221; ou qualquer outra obra-prima de autores sovi\u00e9ticos. N\u00e3o conseguiu ler o livro &#8220;Av\u00f3&#8221;, de Bozena Nemcova, e limitou-se a copiar o conte\u00fado. No entanto, estava sempre deitado em livros, s\u00f3 que eram livros de aventuras. Cheios de a\u00e7\u00e3o e suspense. Era essa a sua onda. N\u00e3o sei qual \u00e9 a leitura obrigat\u00f3ria hoje em dia, ou se as escolas ainda fazem algo do g\u00e9nero. Hoje em dia, \u00e9 melhor saber uma linguagem de programa\u00e7\u00e3o do que ler alguma literatura que valha a pena.  Quando argumentei que o livro &#8220;Timur e o seu bando&#8221; era um livro de aventuras, ele respondeu que preferia ler &#8220;O Enigma do Puzzle&#8221; do Sr. Foglar pela s\u00e9tima vez do que as coisas est\u00fapidas que o obrigam a ler na escola. Disse que tinha tentado e que n\u00e3o tinha ido al\u00e9m da p\u00e1gina dez.  \u00c9 muito interessante que aquilo que as crian\u00e7as liam na altura, ou pelo menos os meus colegas de turma o faziam habitualmente, ou assim o afirmavam, eu n\u00e3o conseguia ler. Os contos de fadas dos Irm\u00e3os Grimm passaram-me completamente ao lado, porque o estilo de contar hist\u00f3rias n\u00e3o me agradava, e &#8220;O Principezinho&#8221; acabou para mim por volta da p\u00e1gina 20. Aborreci-me com &#8220;Alice Atrav\u00e9s do Espelho&#8221; e tamb\u00e9m n\u00e3o acabei o &#8220;Pa\u00eds das Maravilhas&#8221;. Considerei-o um conjunto de vis\u00f5es de um autor b\u00eabedo e n\u00e3o me detive mais nele.  Mas li Mayday de Thomas Block num f\u00f4lego s\u00f3 e n\u00e3o consegui parar. Mas esta literatura n\u00e3o era obrigat\u00f3ria. Como, por exemplo, os livros sobre Lord Emsworth e a sua porca preferida, a Imperatriz de Blangdins. Estas personagens, juntamente com o mordomo Jeeves, foram-nos oferecidas pelo Sr. Wodehouse, e s\u00e3o literatura divertida e relaxante. S\u00f3 que o estilo \u00e9 ingl\u00eas e, claro, os mosquitos n\u00e3o gostavam disso, por isso, embora os seus livros estivessem nas bibliotecas, n\u00e3o podiam servir como leitura obrigat\u00f3ria. O que \u00e9 uma pena, claro.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         4.5\/5 - (2 votes)        "},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Os livros e a escola","item":"https:\/\/www.starknachricht.de\/os-livros-e-a-escola\/#breadcrumbitem"}]}]